Tratamento da hipersensibilidade dentária

revisão das abordagens eficazes

Autores

  • Amábile Silva Araújo UNIVALE
  • Bianca Libório Martins Hastenreiter UNIVALE
  • Flávia jacobson Charpinel UNIVALE
  • Gabriele Almeida Pinheiro UNIVALE
  • Henrique Soares de Paula UNIVALE
  • Laura Karolliny Dias Oliveira UNIVALE
  • Letícia Gonçalves Menezes UNIVALE
  • Rebeca Martins Benicá UNIVALE
  • Rosane Souza Carvalho UNIVALE
  • Tamires Fernandes Rodrigues Carvalho UNIVALE
  • Renato Caetano Pimentel UNIVALE

Palavras-chave:

hipersensibilidade dentária, tratamento, teoria hidrodinâmica, dor

Resumo

Introdução: A hipersensibilidade dentária (HD) é uma dor aguda e transitória a  estímulos térmicos, táteis, osmóticos ou químicos, resultante da exposição de  túbulos dentinários, conforme a teoria hidrodinâmica. Possui alta prevalência,  afetando a qualidade de vida, mas ainda não há protocolo terapêutico universal,  reforçando a necessidade de revisão das abordagens. Objetivo: Analisar  criticamente as abordagens terapêuticas da HD, comparando eficácia, mecanismos  e limitações. Metodologia: Realizou-se revisão narrativa de artigos publicados entre  2019 e 2025 nas principais bases de dados. Foram incluídos diversos estudos com  extração de dados sobre intensidade de dor (VAS, Schiff), tempo de seguimento e  principais limitações relatadas. Discussão: Evidências apontam que agentes  domiciliares como CPP-ACP, hidroxiapatita e arginina-CaCO reduzem a  sintomatologia, com o CPP-ACP mostrando resultados superiores em até oito semanas. Em consultório, o PRG Barrier Coat promoveu até 95% de redução da dor e 97% de oclusão tubular, superando vernizes fluoretados tradicionais. A  laserterapia mostrou-se eficaz, especialmente com lasers de alta potência, mas  carece de protocolos padronizados. Estudos sugerem potencial de combinações  como ácido gálico e NaF para oclusão estável e resistente ao desafio ácido.  Considerações finais: O manejo da HD deve ser progressivo e individualizado:  controle etiológico e agentes domiciliares como primeira linha, terapias de  consultório em casos persistentes e laser como adjuvante. Não há protocolo ideal,  mas a combinação racional de estratégias aumenta a previsibilidade clínica. Ensaios  clínicos robustos, com seguimento prolongado, são essenciais para consolidar  recomendações universais. 

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Biografia do Autor

  • Amábile Silva Araújo, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Bianca Libório Martins Hastenreiter, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Flávia jacobson Charpinel, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Gabriele Almeida Pinheiro, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Henrique Soares de Paula, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Laura Karolliny Dias Oliveira, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Letícia Gonçalves Menezes, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Rebeca Martins Benicá, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Rosane Souza Carvalho, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Tamires Fernandes Rodrigues Carvalho, UNIVALE

    Acadêmicos do 4º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Renato Caetano Pimentel, UNIVALE

    Professor Orientador.

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Publicado

2026-03-24