Abscesso cerebral associado a infecções odontogênicas

o que é preciso saber

Autores

  • Arthur Devlin Nunes Cordeiro UNIVALE
  • Bruno Alves Lacerda UNIVALE
  • Caio Campos Luz UNIVALE
  • Camila Sousa Veloso UNIVALE
  • Clarice Dantas Medeiros UNIVALE
  • Gabriel Graciolli de Assis Bastos Alvarenga UNIVALE
  • Gustavo Ambrósio Rabelo Pio UNIVALE
  • Luiz Augustho Fernandes Silva UNIVALE
  • Raquel Kellem Vinha UNIVALE
  • Thaís Galvani Bragança UNIVALE
  • Bruno Giacomini de Almeida UNIVALE

Palavras-chave:

infecções odontogênicas, abscesso cerebral, disseminação hematogênica

Resumo

Introdução: As infecções odontogênicas, embora geralmente restritas à cavidade oral e à região maxilofacial, podem em circunstâncias específicas apresentar elevado potencial de disseminação. Entre as complicações mais graves destaca-se o abcesso cerebral (AC), condição rara, mas de alto risco, que pode se desenvolver por via orbitária, hematogênica ou por contiguidade com estruturas adjacentes. A gravidade dessa progressão depende da virulência do agente etiológico, das particularidades anatômicas envolvidas e do estado sistêmico do paciente, sendo mais crítica em indivíduos imunocomprometidos. Objetivo: Investigar a relação entre infecções odontogênicas e a formação de AC. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica de 10 artigos publicados nos últimos dez anos, indexados nas bases Google Acadêmico, ScienceDirect e PubMed. Resultados: Os estudos analisados indicam que o AC de origem odontogênica, embora incomum, constitui uma complicação grave, frequentemente relacionada a infecções periapicais de molares superiores ou a procedimentos invasivos. A disseminação bacteriana da boca ao cérebro resulta em sintomas como cefaleia, febre, convulsões e alterações do nível de consciência. O diagnóstico envolve exames de imagem e análises microbiológicas, enquanto o tratamento combina antibioticoterapia, drenagem cirúrgica e extração do dente afetado. Conclusão: O cirurgião-dentista tem um papel essencial na prevenção de AC de origem odontogênica. O risco dessa condição está associado à higiene bucal deficiente, infecções crônicas e fatores sistêmicos, sendo a via hematogênica a principal forma de disseminação. O diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar, com eliminação do foco infeccioso, são essenciais para reduzir complicações e melhorar o prognóstico

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Biografia do Autor

  • Arthur Devlin Nunes Cordeiro, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Bruno Alves Lacerda, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Caio Campos Luz, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Camila Sousa Veloso, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Clarice Dantas Medeiros, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Gabriel Graciolli de Assis Bastos Alvarenga, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Gustavo Ambrósio Rabelo Pio, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Luiz Augustho Fernandes Silva, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Raquel Kellem Vinha, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Thaís Galvani Bragança, UNIVALE

    Acadêmicos do 6º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Bruno Giacomini de Almeida, UNIVALE

    Professor Orientador. 

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Publicado

2026-03-24