Ceratocisto em relação à síndrome de Gorlin-Goltz

caso clínico

Autores

  • Alana Ramos da Silva UNIVALE
  • Ana Carolina Moreira Lopes UNIVALE
  • Arthur Luiz Gonçalves Neves UNIVALE
  • Kívia Pereira dos Santos Mello UNIVALE
  • Larissa Cristinny Soares Nogueira Gonçalves UNIVALE
  • Luiza Soares Pedroso UNIVALE
  • Mariana Caterinque Calais UNIVALE
  • Raquel Maria Guedes e Silva UNIVALE
  • Sabrina Julie Pimenta UNIVALE
  • Renato Cabral UNIVALE

Palavras-chave:

Ceratocisto, Síndrome de Gorlin Goltz, Síndrome do nevo basocelular

Resumo

Introdução: A síndrome de Gorlin-Goltz, também chamada de síndrome do nevo basocelular, é uma condição autossômica dominante caracterizada por achados clínicos típicos, como múltiplos carcinomas basocelulares precoces, ceratocistos odontogênicos e alterações esqueléticas. Caso clínico: Paciente do sexo feminino, 16 anos, apresentou-se ao consultório com múltiplas lesões em maxila e mandíbula. Ao exame clínico, observou-se discreta macrocefalia associada à proeminência frontal, além de relato prévio de alterações esqueléticas. A paciente relatou ainda histórico de exérese de lesão cutânea diagnosticada como carcinoma basocelular. Esses achados reforçaram a suspeita de síndrome de Gorlin-Goltz. Para confirmação diagnóstica, foram solicitadas radiografia panorâmica e tomografia computadorizada. Os exames revelaram duas lesões maxilares, à direita e à esquerda, radiolúcidas, bem delimitadas, com margens regulares envolvendo o seio maxilar. Na mandíbula, observou-se uma lesão do lado direito, atingindo o ramo ascendente, e outra no hemiarco esquerdo, com expansão e adelgaçamento das corticais, além de deslocamento dos elementos 35, 34, 33, 32, 31 e 48. O ceratocisto de maior interesse clínico localizava-se na região mandibular, envolvendo pré-molares e incisivos, com 33,23 mm de comprimento por 17,4 mm de largura. Todas as lesões foram submetidas à enucleação, e o material removido encaminhado para análise histopatológica, que confirmou ceratocisto odontogênico, compatível com a suspeita clínica. Considerações finais: O tratamento da síndrome é complexo e exige abordagem multidisciplinar. Ao cirurgião-dentista cabe o diagnóstico precoce, a remoção dos ceratocistos e o encaminhamento para acompanhamento médico, além do monitoramento contínuo do paciente.

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Biografia do Autor

  • Alana Ramos da Silva, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Ana Carolina Moreira Lopes, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Arthur Luiz Gonçalves Neves, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Kívia Pereira dos Santos Mello, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Larissa Cristinny Soares Nogueira Gonçalves, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Luiza Soares Pedroso, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Mariana Caterinque Calais, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE

  • Raquel Maria Guedes e Silva, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE

  • Sabrina Julie Pimenta, UNIVALE

    Acadêmicos do 7º período do curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Renato Cabral, UNIVALE

    Professor Orientador.

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Publicado

2026-03-24