Pericoronarite: desafios clínicos e abordagens terapêuticas

Autores

  • Anna Lydia Roberto Lelis UNIVALE
  • Bianca Esther Caldeira Calassa de Alpino UNIVALE
  • Lara Fernanda Pereira Paiva Univale
  • Letícia Morais Tomich UNIVALE
  • Maria Eduarda Avelino Silva UNIVALE
  • Mariana Fernandes dos Santos UNIVALE
  • Pedro Mascarenhas Barros Gusmão UNIVALE
  • Sarah Letícya Gonçalves Teixeira UNIVALE
  • Marcelo Henrique Fernandes Otoni UNIVALE

Palavras-chave:

pericoronarite, terceiro molar, etiologia

Resumo

Introdução: A pericoronarite é caracterizada pela inflamação do tecido mole associada à coroa de um dente parcialmente irrompido. O mucoperiósteo sobrejacente e ferida resultante atuam como reservatório para o acúmulo de alimentos, resultando em um ambiente propício para a multiplicação de microorganismos. Objetivo: Analisar os critérios clínicos, entender os fatores etiológicos e epidemiológicos e discutir as complicações locais e sistêmicas associadas à pericoronarite. Metodologia: Foi realizada uma busca na base de dados do Google Acadêmico publicados entre 2015 a 2025. Foram os descritores usados: pericoronarite, etiologia e tratamento. Resultados: Os artigos analisados demonstraram que a pericoronarite ocorre com maior frequência em jovens adultos, entre 18 e 30 anos, sendo o terceiro molar inferior parcialmente irrompido o mais acometido. O diagnóstico é fundamentado em critérios clínicos como dor, edema, trismo e halitose, é crucial para intervir precocemente e evitar complicações locais e sistêmicas. Na pericoronarite, a infecção apresenta caráter polimicrobiano, cujos sintomas são dor, edema, trismo e halitose. ao tratamento, a literatura aponta para a extração do terceiro molar como a conduta principal, enquanto medidas conservadoras e a laserterapia foram descritas como alternativas em situações específicas. Conclusão: Com base no exposto, conclui-se que a pericoronarite é uma condição inflamatória comum, com uma etiologia e perfil epidemiológico bem estabelecidos. A conduta terapêutica é a exodontia do dente envolvido, uma vez que elimina a causa primária da doença. Contudo, em cenários específicos, medidas conservadoras e adjuvantes, como a laserterapia, mostram-se alternativas válidas para o controle agudo da infecção e inflamação. 

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Biografia do Autor

  • Anna Lydia Roberto Lelis, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Bianca Esther Caldeira Calassa de Alpino, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Lara Fernanda Pereira Paiva, Univale

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Letícia Morais Tomich, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Maria Eduarda Avelino Silva, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Mariana Fernandes dos Santos, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Pedro Mascarenhas Barros Gusmão, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Sarah Letícya Gonçalves Teixeira, UNIVALE

    Acadêmicos do 2º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

  • Marcelo Henrique Fernandes Otoni, UNIVALE

    Professor Orientador.

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Publicado

2026-03-24