https://periodicos.univale.br/index.php/revcientfacs/issue/feedRevista Científica FACS2026-02-25T00:00:00+00:00Prof. Dr. Cláudio Manoel Cabral Machado e Profª. Drª. Mylene Quintela Lucca e revistafacs@gmail.comOpen Journal Systems<p>A Revista Científica FACS é a idealização de publicações científicas estabelecendo uma ponte entre Ciência, Saúde e Sociedade. A interdisciplinaridade desejada, necessária e incentivada para escrever e discutir os campos de conhecimento nos cursos da área de saúde da UNIVALE tem seu espaço neste periódico. </p> <p><strong>Periodicidade</strong></p> <p>A revista científica FACS opera com fluxo contínuo para submissão e publicação de artigos.</p> <p>e-ISSN: 2594-4282<br />ISSN: 1676-3734</p>https://periodicos.univale.br/index.php/revcientfacs/article/view/805Desafios e avanços no controle das infecções relacionadas à assistência à saúde2025-08-15T16:48:34+00:00Valéria Cristina Pinheiro GONÇALVESvaleria.goncalves@univale.brNatauane de Amorim SOUZAnatauane.souza@univale.brRenata Rodrigues da Silva Ramos XAVIER renata.xavier@univale.brLayla Patrícia SILVAlayla.patricia@univale.brLorran Miranda Andrade de Freitas FREITASlorran.freitas@univale.br<p>As infecções relacionadas à assistência à saúde são um problema crescente no Brasil, especialmente em Unidades de Terapia Intensiva, onde a resistência microbiana e o uso de dispositivos invasivos dificultam o tratamento. O diagnóstico tardio dessas infecções pode levar a complicações graves, prolongando a internação e elevando os custos hospitalares. A PCR Multiplex surge como uma alternativa promissora, oferecendo diagnósticos rápidos e precisos. Este estudo tem como objetivo avaliar a PCR Multiplex como uma alternativa eficiente aos métodos convencionais de diagnóstico, com foco na agilidade e na melhora do manejo clínico. Para tal, foi realizada uma revisão narrativa baseada em 31 documentos obtidos nas bases Scientific Electronic Library Online (SciElo), PubMed Central (PMC), Science Direct, Google Acadêmico e Portal do Governo Federal Brasileiro. Os métodos tradicionais de diagnóstico de infecções relacionadas à assistência à saúde, como culturas microbiológicas, são lentos, com resultados entre 24 e 72 horas, atrasando o início do tratamento adequado. A sensibilidade destes métodos varia de 80% a 95%, dependendo da coleta e processamento. A PCR Multiplex oferece alta sensibilidade e especificidade, permitindo a detecção simultânea de múltiplos patógenos em menor tempo. Estudos indicam uma taxa de detecção superior a 86%, com sensibilidade acima de 90%. A PCR Multiplex é uma ferramenta promissora, superando as limitações dos métodos convencionais, otimizando o uso de antimicrobianos e melhorando desfechos clínicos. No entanto, desafios como altos custos e necessidade de capacitação técnica devem ser superados para sua implementação em larga escala, o que traria benefícios ao sistema de saúde brasileiro.</p>2026-04-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Valéria Cristina Pinheiro GONÇALVES, Natauane de Amorim SOUZA, Renata Rodrigues da Silva Ramos XAVIER , Layla Patrícia SILVA, Lorran Miranda Andrade de Freitas FREITAShttps://periodicos.univale.br/index.php/revcientfacs/article/view/925Uso off label da semaglutida (Ozempic®) por indivíduos não diabéticos para perda de peso2025-10-06T19:57:37+00:00Chirlaine Cristina OLIVEIRAchirlaine.oliveira@univale.brLuis Henrique Gomes BRAGAluis.braga@univale.brPaula Abreu JORDÃOpaula.jordao@univale.brCarlos Alberto SILVAcarlos.silva@univale.br<p>Os análogos do Glucagon-1 (GLP-1), especialmente a semaglutida (Ozempic<sup>®</sup>), são indicados para o tratamento do diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, promovendo redução da glicemia, saciedade e perda de peso. O uso <em>off label</em> da semaglutida na obesidade tem aumentado, elevando o risco de eventos adversos. O estudo avaliou os efeitos do uso <em>off label</em> de semaglutida (Ozempic<sup>®</sup>) no controle da obesidade em pacientes adultos não diabéticos. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, baseada em artigos publicados entre 2015 e 2025, indexados nas bases Elsevier<sup>, </sup>LILACS<sup>®</sup>, PubMed<sup>®</sup>, SciELO<sup>®</sup> e Google Acadêmico<sup>®</sup>. O uso <em>off label</em> de semaglutida (Ozempic<sup>®</sup>) tem apresentado crescimento significativo no Brasil e no mundo, com aumento de aproximadamente 442% entre janeiro de 2022 e dezembro de 2023. Este fenômeno é mais frequente entre jovens, sendo impulsionado por redes sociais e motivações estéticas. Entre os efeitos adversos mais comuns destacam-se distúrbios gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e constipação, além de ocasionalmente, distúrbios biliares, hipoglicemia e pancreatite aguda. O uso sem supervisão médica pode resultar em erros de dosagens e aumentar significativamente o risco de eventos adversos. Apesar da eficácia satisfatória da semaglutida (Ozempic<sup>®</sup>) como fármaco antidiabético e na redução do peso corporal, seu uso abusivo, especialmente em indivíduos não diabéticos, representa um importante problema de segurança. Recomenda-se que profissionais de saúde, incluindo farmacêuticos, busquem capacitação adequada promovendo o uso seguro e racional do medicamento.</p>2026-03-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Chirlaine Cristina OLIVEIRA, Luis Henrique Gomes BRAGA, Paula Abreu JORDÃO, Carlos Alberto SILVAhttps://periodicos.univale.br/index.php/revcientfacs/article/view/928Uso abusivo de ivermectina na pandemia da covid-19, em Governador Valadares – MG – Brasil2025-11-12T19:13:46+00:00Edson Gabriel Perpétuo AMBRÓSIOedson.ambrosio@univale.brIago Antonelli Vieira GOMESIago.gomes@univale.brJoão Vittor Batista MAGALHÃESjoao.magalhaes@univale.brCarlos Alberto SILVAcarlos.silva@univale.br<p>A pandemia da COVID-19 levou à busca por tratamentos sem comprovação, como a ivermectina, sem eficácia. Trata-se de um estudo descritivo e quantitativo em que se analisou o consumo de ivermectina e suas consequências para a saúde pública, com base em dados de comercialização de uma rede de drogarias de Governador Valadares – MG. Percebeu-se que, durante a pandemia, a venda de ivermectina na cidade teve um crescimento significativo de cerca de 1.079% em relação ao período pré-pandêmico, impulsionada pela disseminação da desinformação e práticas de automedicação, colocando-se em risco a população. Conclui-se que o uso inadequado da ivermectina na pandemia evidenciou dificuldades na comunicação científica e como as pessoas podem ser influenciadas por informações sem base científica. Isso destaca a importância de se ter boas políticas de educação em saúde e de controle do uso de medicamentos.</p>2026-02-25T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Carlos Alberto Silva