O caso Dora

Lá onde reside o sintoma histérico

Autores

  • Adelice Jaqueline BICALHO UNIVALE
  • Dilemara de Pinho Damasceno SELLOS UNIVALE

Palavras-chave:

Sintoma histérico, Caso Dora, Psicanálise, Sexualidade

Resumo

A escuta psicanalítica da histeria encontra no caso Dora, descrito por Freud, o seu maior referencial. O caso Dora, reúne os conceitos de fantasia, passado remoto, atividade sexual infantil e traz algumas conjecturas de Freud sobre o sintoma histérico. Objetiva-se aqui analisar os aspectos da sexualidade contidas no caso Dora e sua interlocução com a formação do sintoma na histeria. Como método utilizou-se a revisão bibliográfica de forma narrativa através da leitura do próprio caso em Freud e da leitura de livros de psicanálise e artigos científicos. Para a busca dos artigos utilizou-se a base de dados google acadêmico, com os descritores psicanálise e histeria. Os resultados apontam que há uma série de sintomas característicos da histeria, tais como: disfunções sexuais, ataques convulsivos, distúrbios da sensibilidade, distúrbios da atividade sensorial e paralisias, todos demonstrando a perspectiva psicológica como fundamental para a compreensão do fenômeno histérico. Indicam, ainda, as duas formas sintomáticas mais identificadas na histeria, que são as de conversão e de angústia. Conclui- -se que a causa da histeria não pode ser explicada baseando-se somente no funcional do organismo e da sua fisiologia, é preciso considerar a importância dos afetos e da sexualidade reprimida como causa importante da neurose histérica

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Biografia do Autor

  • Adelice Jaqueline BICALHO, UNIVALE

    Professora Mestre do Curso de Psicologia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE). 

  • Dilemara de Pinho Damasceno SELLOS, UNIVALE

    Professora Mestre, coordenadora dos cursos de especialização Docência do Ensino Superior e Psicopedagogia da UNIVALE.

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Publicado

2021-06-07

Edição

Seção

Resumo expandido

Como Citar

O caso Dora: Lá onde reside o sintoma histérico. Revista Científica FACS, v. 21, n. 27, p. 122–125, 7 jun.2021.

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